quinta-feira, 28 de julho de 2011

O Centauro e a Sereia

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Mais um dos vídeos narrando os contos da escritora infantil Rosi Lopes.


O Centauro e a Sereia 
é parte do livro   
Contos Mágicos
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sem Nexo

Parte 22 de 23  

Capítulo 19

Conforme a água ia secando em nossos corpos, íamos voltando a nossas respectivas formas originais.

Quando chegamos na praia estávamos diante da caverna onde deixamos a varejeira aos cuidados do mago Ruhtra.

Entramos na caverna e encontramos a Cor-de-Rosa acompanhada por um bolo de cerejas falante.
      - Ruhtra teve que sair e pediu que eu lhes passasse algumas instruções para curar sua amiga varejeira.

Explicou o bolo de cerejas falante.

Após darmos a gota de leite de vaca voadora da Ilha do Sonho para a Cor-de-Rosa beber, o bolo complementou:
      - Sua varejeira irá dormir por duas semanas e um quarto e acordará mais saudável do que nunca.
      - Que bom. Eu pensei que isto ia demorar um pouco.

Digo eu.

Agradecemos o bolo de cerejas e seguimos nossa viagem, agora à pé, carregando a varejeira nas costas.


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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Sem Nexo

Parte 21 de 23  

Capítulo 15

-É aqui, meus filhos. A Ilha do Sonho.

Disse o \rei Aquáticus, apontando o dedo.

      - É como em meu sonho -complemento eu- e lá estão as vacas sobrevoando aquela montanha.

      - Não vai ser fácil.

Resmunga Júlio.

       - Ah, vai ser sim.

Diz o rei, já laçando uma vaca com o ubere bem gordo que esperneava.

       - Ordenhe a vaca, Sonho!

Ordena o rei.

      - É pra já, majestade. Mas não tenho onde pôr o leite.

      - Aqui, Sonho. O frasco da poção do mago.

Tirei uma única gota do leite da vaca voadora.

      - Já pode soltar a vaquinha, rei. Já tenho a gota que preciso.

Depois voltamos até a margem do mar sem quaisquer problemas.

      - Muito obrigado, senhor Rei Aquáticus. Nem sabemos como agradecer.

Agradeço eu.

      - Os reis são para isso mesmo. Para cuidar e servir o seu povo.

Disse o rei beijando nossos pés.

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sem Nexo

Parte 20 de 23 

Capítulo 17

-Sonho, seremos devorados!!!

      - Fé, lesma, que o Juliano vai nos salvar mais uma vez.

      - Trá-lá-lá!!!

De súbito aparece um homem Peixe com balões de aniversário na mão direita, que põe-se a lutar contra os três monstros que batem em retirada dançando ula-ula.

      - Quem são vocês, forasteiros? O quê querem aqui?

Pergunta o homem peixe.

      - Bom, eu sou Sonho e este é meu amigo Júlio César.

        Digo eu.

      - É. E nós viemos pegar uma gota de leite de vaca voadora da Ilha do Sonho.

      - E pra quê querem isto?

      - É pra salvar minha amiga varejeira Cor-de-Rosa foi mordida por uma “Arovínrac Atnalp”.

Respondo eu.

      - Sim. O mago Ruhtra disse que este é o antídoto para o veneno da planta.

Complementou o lesma.

      - Ruhtra??? Ruhtra é muito meu amigo! Então irei lhes ajudar.

      - Que legal, Sonho, o senhor... Qual é o seu nome?

Perguntou Júlio.

      - Sou Aquáticus rei do Mundo Aquático. Conheço todos do meu reino e quero que aqui, todos sejam felizes.
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sábado, 9 de julho de 2011

O Causo do Cobra Albino

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Hermeto Pascal conta uma divertida história que ele denomina
A Grande Carochinha de Alagoas.

Este vídeo foi extraído do curta
Boato - uma autodefinitude de 1991

video
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sem Nexo

Parte 19 de 23  
Capítulo 8

Entramos na água e a visão do caminho continuava muito clara em minha mente. Mas não as surpresas que viriam ocorrer na nossa aventura marinha.

     - Que legal, né Sonho, quando a gente sabe nadar ou voar. Isto é muito bom.

      - Arrr... arrr...

Nosso diálogo é interrompido.

      - Veja, Sonho! Lá atrás! É um monstro marinho e está vindo em nossa direção. Tô com medo, Sonho!

       - Calma, não precisa se alterar. Vamos nadar o máximo e mais rápido que pudermos, porque eu tô apavorado!!!

Tento acalmar Júlio.

      - Ali, Sonho! Vamos nos esconder naquele ônibus abandonado.

Escondemo-nos por uns segundos e meios e o monstro passou.

      - Barra limpa, esma.

Digo eu, pondo a cabeça pela janela do ônibus.

Saímos do refúgio e prosseguimos, mas quando menos esperávamos o monstro voltou com mais dois amiguinhos.

      - Corre, Sonho! Eles estão nos alcançando!

Júlio César suava naquelas aguas geladas e estava pálido de pânico. Também pudera, três monstros de vinte metros cada com couro enrugado e esverdeado, te perseguindo, com seus dentes e chifres afiados.

Pensei que não poderia piorar a situação.

Prendi minha nadadeira numa plantação de guarda-chuvas.

      - Socorro, Júlio! Me ajuda!

Grito eu, ao lesma que já ia longe não se dando conta do perigo que eu passava. Então voltou, tentando me ajudar.


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